sábado, 29 de agosto de 2015

Antes e Depois - Pondo mais cor na sala #CurtiCompartilhei 8

Há um ano e meio mais ou menos, pus amarelo numa sala sem vida, agora resolvi acrescentar turquesa, adorei o resultado.

Aqui o antes e depois do ano passado:


E o deste ano:


Enjoei das telas de orquídeas, guardei as flores que já estão até desbotadas, e uma tela aproveitei e fiz o "LOVE". Não está do meu agrado este quadro grande nesta parede, mas deixei aí até eu decidir o que vou por, ideias não faltam. (Sim! Minha tv pesa 50 kg, kkkkk)







Esse post faz parte da blogagem coletiva da Fernanda Reali, a #CurtiCompartihei.

Venha participar também, compartilhe com a gente alguma coisa que chamou sua atenção. Um livro, uma palestra, uma notícia, um post, um produto, um lugar, alguma coisa que você tenha feito.








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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Compartilhe Palavras. Alguém pode estar precisando.

Inspirada no projeto de Hannah Brencher, e no post de Fernanda Reali, resolvi criar o #compartilhepalavras.


Hannah espalhava bilhetes por toda Nova York, ela criou o site http://www.moreloveletters.com/.

Há dois anos eu comecei a fazer isso aqui, deixei várias cartinhas em biblioteca, mercado, shopping, metrô,  fiz tudo anonimamente.


Mas para incentivar a outras pessoas a fazerem o mesmo, criei o #CompartilhePalavras, fiz uma conta no IG https://instagram.com/compartilhepalavras/ 
Torço que para que quem encontre queira também participar...




E assim, muitas palavras de amor, incentivo vão ser compartilhadas.


Quer participar?

Escreva um bilhete, coloque a conta do Instagram e deixe-o para ser encontrado.


E aí, leva menos de cinco minutos...

Bora?

Compartilhe Palavras. Alguém pode estar precisando.




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sábado, 15 de agosto de 2015

Love it Forward List - #CurtiCompartilhei 7

Love it Forward List é um projeto no qual pessoas se unem e enviam cartas para uma outra pessoa que esteja passando por um momento difícil.

A brasileira responsável pelo #WordRocksProjetct, é a idealizadora do #LoveitFowardList. 

"Carol criou o que chama de ‘Love it Forward List’, uma pequena lista de pessoas que entram em ação, através de cartões/cartas, quando é preciso enviar um pouco de amor para alguém passando por um momento difícil. A ideia começou com pessoas nos Estados Unidos e, recentemente, vários brasileiros afora querem participar.

Carol explica: “Quando fico sabendo de alguém que está passando por um momento difícil, eu aciono esta lista de pessoas e todo mundo manda uma lembrança, o que puder. Neste mundo em que se digita mais do que se escreve, o poder de um envelope recheado de palavras amorosas é incrível. Imagina, então, quando são vários?! Um cartão, uma carta, um poema, um desenho, uma foto, uma lembrança… É tão fácil doar amor!”"

Se quiser saber mais sobre essa ação, clique no link desse site: http://followthecolours.com.br/

Enviei um e-mail pra ela pedindo para entrar na lista , ela me respondeu no mesmo dia, entrei na lista e no dia seguinte já estava recebendo informações das pessoas que estavam precisando de palavras de incentivo. Ela recebe e-mails de pessoas que estão tristes, doentes, desesperançosas, e imediatamente ela entra em ação, convoca as pessoas da lista para enviar carta, cartões, ou até um presentinho mesmo. A pessoa não é obrigada a participar toda semana, e nem a enviar cartas para todas as pessoas, podemos escolher para quem enviaremos a carta.

Esta é minha primeira semana no projeto, estou muuuuuuito feliz e empolgada .

Quem quiser participar, é só enviar um e-mail para :

Love it Forward loveitforwardlist@gmail.come dizer que quer entrar na lista.

Essa cartinha é para Natalie, uma menina de 11 anos que perdeu a mãe no Natal.


Nem todas as cartas são escritas em inglês, pois Carol envia cartas para brasileiros também.

Fiz para Natalie um marcador de páginas:




Enviei mais duas cartas para São Paulo. Isso está me fazendo um bem enorme.




E para combinar com tanto amor, pintei com o vermelho 237 da Kiko.



Esse post faz parte da blogagem coletiva da Fernanda Reali, a #CurtiCompartihei.

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sábado, 8 de agosto de 2015

Word Rocks Project - #CurtiCompartilhei 6

Faz tempo que li um post sobre este projeto, word rocks project, na época eu pensei em fazer, mas acabei esquecendo dele.

Então, nessa segunda-feira resolvi começá-lo.

E do que se trata?

Espalhar pedras por aí. Pedras com palavras de incentivo, amor, carinho. Partilhar palavras positivas.

Ideia de uma brasileira que mora na Califórnia.

"Carol estava num momento difícil da vida e foi caminhar em uma das praias perto de sua casa para espairecer. Bateu os olhos nas várias pedras na beira do mar e decidiu levar algumas consigo. Pensou em escrever palavras positivas nelas e começou a espalhar pela casa. Aquilo de alguma forma iria lhe ajudar a se conectar com vibrações melhores." 


Neste site você fica sabendo de toda a história: http://followthecolours.com.br/ 

Recolhi pedras do meu jardim, lavei e escrevi. Enquanto eu tratava das pedras fiquei imaginando quem irá pegá-las. Atrás vou colar as etiquetas que recebi por e-mail.



Não são cristais e nem pedras preciosas, mas foram energizadas, acredito nisso.



Deixarei a pedra num local e publicarei no meu instagram: https://instagram.com/claudiampinto40/. Vou torcer para quem achar, postar a foto também.


Quer participar? Envie um e-mail (pode ser em português, ela é brasileira :)) para    wordrocks.me@gmail.com.

O facebook do projeto.

instagram

O site.




E aí, bora catar pedras?

Semana que vem falarei de um outro projeto MARAVILHOSO que estou participando. Aguardem...

Esse post faz parte da blogagem coletiva da Fernanda Reali, a #CurtiCompartihei.

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sábado, 1 de agosto de 2015

A Outra Mulher - #CurtiCompartilhei 5

(Senta que o post tá longo)

Eu e minha mãe nos damos muito bem. Somos bem parecidas em algumas coisas, principalmente no que diz respeito em ficar sozinha. Não somos chegadas as festas, em fazer e receber visitas, gostamos de ficar só em casa. #Somosdessas
.
A vejo sempre. A levo em todas as consultas, exames, cirurgias. Só não vamos ao mercado juntas por que ela não me avisa o dia que vai, e lógico, dou bronca.

Mas na verdade, o que quero compartilhar com vocês é uma história que curti demais, muito mesmo. Ela se chama A Outra Mulher, de David Farrell e está no livro Histórias para Aquecer seu Coração que ganhei da Fernanda Reali. Recomendo este livro. Ele tem 50 histórias emocionantes, alegres, comoventes. Histórias que nos fazem refletir  por um dia inteiro.




A outra mulher 

Após vinte e um anos de casamento, descobri uma nova maneira de manter acesa a fagulha do amor e da intimidade no meu relacionamento com minha esposa.

Comecei, recentemente, a sair com outra mulher. Na realidade, foi idéia da minha esposa.

- Você sabe que a ama - ela disse um dia, pegando-me de surpresa. - A vida é muito curta.

Você precisa passar algum tempo com as pessoas que ama.

- Mas eu amo você - protestei.

- Eu sei. Mas também a ama. Você provavelmente não vai acreditar em mim, mas acho que, se vocês dois passarem mais tempo juntos, isso será bom para nós.

Como sempre, Peggy estava certa.

A outra mulher com quem minha esposa estava me encorajando a sair é minha mãe.

Minha mãe é uma viúva de setenta e um anos de idade que vive sozinha desde que meu pai morreu, há dezenove anos. Logo depois de sua morte, viajei quatro mil quilômetros para morar na Califórnia, onde comecei minha própria família e minha carreira. Quando voltei à minha cidade natal há cinco anos, prometi a mim mesmo que passaria mais tempo com ela. Mas, de alguma maneira, com as exigências de meu trabalho e três filhos, nunca cheguei a vê-la fora das reuniões familiares e dos feriados.

Ela ficou surpresa e desconfiada quando telefonei e sugeri que fôssemos jantar e depois ao cinema.

- O que aconteceu? Você vai se mudar para longe com meus netos? - perguntou.

Minha mãe é o tipo de mulher que acha que qualquer coisa fora do habitual - um telefonema tarde da noite ou um convite surpresa para jantar feito por seu filho mais velho - significa más notícias.

- Achei que seria bom passar algum tempo com você - eu disse. - Só nós dois.

Ela avaliou a observação por um instante.

- Eu gostaria disso - falou. - Gostaria muito. Surpreendi-me nervoso enquanto dirigia para a casa dela na sexta-feira depois do trabalho. Estava com a ansiedade do pré-encontro - e só estava saindo com a minha mãe, pelo amor de Deus!

Sobre o que iríamos conversar? E se ela não gostasse do restaurante que escolhi? Ou do filme? E se não gostasse de nenhum dos dois?

Quando estacionei em frente à sua garagem, percebi o quanto ela também estava nervosa com o nosso encontro. Estava me esperando na porta, já de casaco. Tinha feito um penteado especial. Sorria.

- Eu disse para as minhas amigas que ia sair com o meu filho e todas ficaram impressionadas - falou enquanto entrava no carro. - Mal podem esperar até amanhã para ouvirem a respeito da nossa noite.

Não fomos a nenhum lugar chique, apenas um restaurante do bairro, onde pudéssemos conversar. Quando chegamos lá, ela agarrou meu braço - metade por carinho, metade para ajudá-la a subir os degraus para o salão.

Sentamos e eu tive que ler o cardápio para nós dois. Os olhos dela só vêem grandes formas e sombras. Já tinha lido metade das entradas, quando olhei para cima. 

Mamãe estava sentada do outro lado da mesa, olhando para mim. Tinha um sorriso pensativo nos lábios.

- Era eu quem lia o cardápio quando você era pequeno disse.

Entendi imediatamente o que ela estava dizendo. De responsável a dependente, de dependente a responsável, nossa relação se invertera completamente.

- Então chegou a hora de você relaxar e me deixar retribuir o favor - falei.

Conversamos agradavelmente durante o jantar. Nada avassalador, apenas sobre nossas vidas. Conversamos tanto que perdemos o filme.

- Saio com você novamente, mas só se você deixar eu pagar o jantar da próxima vez - disse minha mãe quando a deixei em casa. Concordei.

- Como foi o seu encontro? - minha esposa quis saber quando cheguei em casa aquela noite.

- Bem... melhor do que eu esperava - respondi. Ela deu seu sorriso eu-bem-que-disse.

Desde aquela noite, tenho tido encontros regulares com minha mãe. Não saímos toda semana, mas tentamos nos ver pelo menos duas vezes por mês. Sempre jantamos e às vezes assistimos a um filme. No entanto, na maior parte das vezes apenas conversamos. Conto-lhe dos desafios diários de meu trabalho. Conto vantagem a respeito de meus filhos e de minha esposa. Ela atualiza meu conhecimento a respeito das fofocas da família com as quais pareço nunca estar em dia.

Também me conta do seu passado. Agora eu sei como foi para minha mãe trabalhar em uma fábrica durante a Segunda Guerra Mundial. Sei como ela conheceu meu pai lá e como eles se cortejaram no bonde durante aqueles tempos difíceis. Ouvindo essas histórias percebi o quanto elas significam para mim. São minhas histórias. Não me canso de ouvi-las.

Mas não conversamos apenas a respeito do passado. Também conversamos sobre o futuro. Por causa de problemas de saúde, minha mãe se preocupa com os dias por vir.

- Tenho tanta coisa para viver - ela me disse certa noite. - Tenho que estar aqui enquanto meus netos crescem. Não quero perder nem um pouquinho.

Como muitos amigos da minha geração, tenho a tendência de viver correndo, enchendo ao máximo a agenda enquanto luto para fazer com que a carreira, a família e os relacionamentos caibam na minha vida. Com freqüência reclamo da velocidade com que o tempo passa. Passar algum tempo com a minha mãe me ensinou a importância de diminuir o ritmo. Finalmente entendi o significado de um termo que ouvi um milhão de vezes: qualidade de vida.

Peggy estava certa. Sair com outra mulher realmente ajudou meu casamento. Fez de mim um marido e um pai melhores e, espero, um filho melhor.

Obrigado, mamãe. Eu te amo.

(David Farrell)


Depois que li essa história pensei imediatamente em chamar a minha mãe para um café. Estamos sempre juntas, mas sempre na correria. Assim que fiz o convite ela aceitou imediatamente, lógico que perguntou se tinha acontecido alguma coisa, rsrsrs.

Tomamos um café e conversamos por quatro horas e quarenta minutos. Do shopping fui para a casa dela.

(foto "tratada" a pedido dela, estava com as rugas aparecendo muito, kkkkkk)

O nosso próximo encontro vai ser para comprar lingerie, e a ideia foi dela.

Esse post faz parte da blogagem coletiva da Fernanda Reali, a #CurtiCompartihei.

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